racismo

#6

Como Matar Um Sapo de Lou­ça [III‑A]

O que trans­for­ma a mas­si­va igno­rân­cia anal­fa­be­ta que expe­ri­men­ta­mos até aos finais do PREC nes­ta espé­cie de igno­rân­cia infor­ma­da que obser­va­mos hoje a ali­men­tar os par­ti­dá­ri­os do Blockwart luso de Le Pen? Qual foi o cami­nho do Estran­gei­ro do Pla­tão ao Hob­bit do Bren­nan? E, mais impor­tan­te, qual o cami­nho que trou­xe o Hob­bit ao Hoo­li­gan? Per­gun­tas con­fu­sas para res­pos­tas ain­da mais confusas.




#2

Como Matar Um Sapo de Lou­ça [I]

Uma dis­cus­são exi­ge pres­su­pos­tos, e uma dis­cus­são com base na demo­cra­cia exi­ge que ambos os con­ten­do­res se afir­mem, antes de mais, defen­so­res dos direi­tos huma­nos. Sim, a dis­cus­são de mode­los polí­ti­cos e eco­nó­mi­cos é pos­sí­vel e dese­já­vel, mas a colo­ca­ção em cau­sa do regi­me demo­crá­ti­co ou a supres­são de direi­tos de mino­ri­as não o é, não deve­ria ser per­mi­ti­da numa mesa demo­crá­ti­ca. Nem tão pou­co a aren­ga em tor­no de entre­ti­men­tos alhei­os ao tema em deba­te, do insul­to des­pu­do­ra­do, da incon­sequên­cia de bêbe­do de tasco.